Além de Icapuí, mais seis Municípios poderão entrar na atividade de beneficiamento da alga marinha no Estado
Icapuí. Considerado um tesouro na beira do mar, as algas marinhas hoje cultivadas e beneficiadas pelas moradores do litoral podem também ser o investimento de grandes grupos empresariais. O Governo do Estado do Ceará assinou, em maio deste ano, um "memorando de intenções" com a empresa Sete Ondas Biomar, para produção de algas úmidas. É o primeiro passo para a criação de algas marinhas em tanques nos municípios de Icapuí, Aracati, São Gonçalo do Amarante, Paracuru, Trairi, Acaraú e Camocim. As algas são insumo para a indústria de achocolatados e também de sorvetes.
A Associação dos Moradores de Barrinha, em Icapuí, que desenvolve o Projeto Mulheres de Corpo e Alga, já foi contatada pela empresa Biomar, sobre o projeto de cultivo de algas úmidas, principalmente as do gênero Epinéia. Delas se produz a goma Carragena, um importante estabilizante utilizado na indústria alimentícia de produção de achocolatados e sorvetes. "Eles propuseram que as comunidades do litoral de Icapuí se articulassem em grupos, mas depois não entraram mais em contato com a gente", afirma Maria Leidiane.
A Associação dos Moradores de Barrinha, em Icapuí, que desenvolve o Projeto Mulheres de Corpo e Alga, já foi contatada pela empresa Biomar, sobre o projeto de cultivo de algas úmidas, principalmente as do gênero Epinéia. Delas se produz a goma Carragena, um importante estabilizante utilizado na indústria alimentícia de produção de achocolatados e sorvetes. "Eles propuseram que as comunidades do litoral de Icapuí se articulassem em grupos, mas depois não entraram mais em contato com a gente", afirma Maria Leidiane.
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